quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Blog Day 2016

Sabem que nos anos anteriores eu SEMPRE me esquecia do #BlogDay? Acabava que nunca indicava blogs e esse ano, me lembrei no dia, lendo outros blogs, ou seje, quase perco o de 2016 também! But, not today, satan, not today. E me deparei quase desistindo por não estar gostando de nenhuma imagem que estava tentando criar no Photoshop (tô zuper enferrujada nele, pois quando parei de blogar, parei de precisar usa-lo D:), pensei: PÓPARÁ! O mais importante é o texto, lembrem-se sempre disso, crionças! Então venho aqui indicar 5 blogs que eu amo e acho que vale muito a pena vocês visitarem:

e agora, Isadora? - Não tem como não admirar os textos da Isa, que acompanho desde que me entendo por gente nessas internetx. Adoro os pensamentos dela e me identifico demais com seu modo de levar a vida.

milarga - Vanessa é uma das poucas pessoas nesse mundo que me fazem ler textos gigantescos porque sei que sempre vai sair coisa boa deles. Adoro o sarcasmo da pessoa, queria ser amiga dela desde a infância! E é cada situation, gente, vocês precisam ler!

Wink - A Mia é outra que tem uma personalidade super sarcástica que adoro (será um padrão aqui? rs) e ela é um para-raio de pessoas loucas, como não amar?

.:Hellfire Club:. - Eu amooooo as reviews de livros da Anica, são realmente as minhas preferidas, e ela é sempre responsável por eu aumentar um cadinho (tá, um cadão, vai :D) minha pilha de livros pra ler.

draminha - Me identifico bastante com o tom melancólico da Raquel, e o jeitinho dela conseguir condensar tudo num post só me faz ter vontade de ler tudo de novo só pra sentir esse quentinho no peito.

Menção Honrosa: pra que lembrou de me citar no post dela do #BlogDay ♥ Tamo junta, Fê! ✳.✳


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

E quando...?

E quando a decepção é de você própria? Você mesma te decepcionou ~e decepcionou outrem junto~?
E magoou quem mais ama? Como que faz pra se perdoar?
Preciso de respostas, gente, preciso ouvir que vai ficar tudo bem, que essas coisas acontecem e que o que faz isso ir embora é se tornar alguém melhor. Isso eu sei que me tornei, sei do que aprendi, entendi o que realmente tem valor. Mas nada disso me impede de ter esses dias em que me sinto o coco do cavalo do filme de faroeste antigo que ninguém lembra mais. E como dói, viu. Como dói...

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Fascínio


Eu sou completamente FAS CI NA DA por histórias reais de superação. Histórias reais de um modo geral mas as de superação me deixam intrigada demais. Essa é uma das minhas preferidas: A Sociedade da Neve, é um doc incrível que precisa ser visto. Já assisti diversas vezes e sigo sentindo sentimentos. Muitas questões.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O Poder da Vulnerabilidade e Nós


Fui assistir o Ted Talk sobre vulnerabilidade da Brené Brown e chamei Maurinho pra ver comigo. Quando tava pra acabar, ele perdeu o interesse e foi fazer outra coisa. Fiquei intrigada. Daí perguntei à ele se tinha gostado e ele disse que não.

Depois de pensar um pouco, entendi o motivo: ele é a pessoa vulnerável, então pra ele não tem sentido pensar/saber a respeito. Foi bonito constatar isso. É incrível ter a oportunidade de conviver com uma pessoa que se entrega sem medo, a qualquer coisa e a todas as coisas. Todo dia, nas pequenas coisas ~e vamos falar a verdade, em todas elas, grandes ou pequenas~, eu aprendo com meu marido sobre ser feliz e leve. Acho extraordinário isso. Conviver com alguém que me estimula tanto me faz sentir muito sortuda.

Já eu amei a palestra, porque claramente sou a pessoa que luta contra a vulnerabilidade com unhas e dentes, e entender isso é o caminho pra me abrir mais. Aceitar que me fecho e lutar contra vai me fazer ser mais feliz, é o que penso. Ou se não tanto, me fazer ser mais leve com certeza e olha, como eu preciso.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mas quenhé você?

O post anterior foi A VOLTA mas eu fiquei tanto tempo ausente desse espaço que sinto que ninguém mais sabe quem eu sou (se é que algum dia alguém soube, né? RISOS). Tá, tem algumas pessoas que eu sei que sabem quem eu sou mas eu sei também que tem toda uma geração -q aí que não sabe, então resolvi fazer um post de apresentação (??) pra gente iniciar com o pé direito, vamo fazer direitinho. E olha, eu sou péssima pra falar de mim mesma, como disse anteriormente, isso já deu muita merda então quero tentar fazer esse exercício com vocês.

Eu me chamo Cláudia Teles mas TODO MUNDO me chama de Claudinha. Ok, não TODO MUNDO mas a maior parte das pessoas me chama assim e eu gosto, acho que nunca vou perder o sentimento de que tem alguém brigando comigo quando me chamam de Cláudia simplesmente (quantos anos cê tem, moça? DESCULPA). Moro em Belém, no Pará, e blogo desde 2008, comecei com blogs petititos, só por diversão e pra testar layouts fofos ~aquelas~. Como já disse pra vocês eu nunca gostei do meu 'estilo' de blogagem, falando de coisas diversas sem me envolver demais ou expor muito. Porque os blogs que eu mais gosto são esses: geralmente sem fotos, com as pessoas compartilhando seus momentos mais memoráveis ~pro melhor e pior~ apenas através da escrita. Então vamo tentar fazer diferente dessa vez pra ver se vai.

Eu nasci mesmo foi em Fortaleza, mas com uns 8 anos meu pai foi transferido pra Belém, que é o lugar onde mora toda minha família, meus pais foram só dar uma volta de 10 anos no Ceará, e isso rendeu eu e meu irmão mais novo (tenho um irmão mais velho também, que nasceu em Manaus). Tenho poucas lembranças de lá e quando pude retornar numa viagem meio louca logo após a morte do meu pai, a cidade tava MUITO diferente, claro. Então não a reconheço mais, infelizmente. As lembranças que tenho são de lugares que nem existem mais (ou mudaram tanto, que não são mais o mesmo lugar). Mas óbvio que tenho um carinho especial por Fortaleza, que as lembranças de lá são as melhores possíveis, fui muito feliz enquanto morei nesse lugar lindo. Mas me sinto em casa mesmo é em Belém, que diferente de Fortaleza, não mudou tanto assim desde minha infância.

Eu tenho 34 anos ~quase 35 D:~ mas não me sinto com essa idade. RS Envelhecer é difícil, gente, eu não indico pra ninguém. Claro que é melhor que morrer mas é tão mais difícil, principalmente quando sua alma parece tão mais nova que os números que te representam. -q Enfim, acho que isso é assunto pra outro post mas sei que muitos de vocês aí podem me achar velha mas vão tirando o cavalinho da chuva, pois continuo é muito xóvem, bjs de luz. Sou formada em Zootecnia, o qual nunca exerci a profissão e em Radiologia, o qual nunca exerci a profissão. Pois é, sou perdidona desse jeito, ainda não sei bem o que quero da vida. Enquanto isso meu marido me sustenta e vamos caminhando assim, até eu resolver parar de frescura e me encontrar em alguma coisa. Que seja logo, plmdds, eu não aguento mais

Sou uma pessoa sem muitos amigos, eu nunca consegui desenvolver grandes amizades, acho que vim com algum defeito de fábrica porque nunca tive sucesso nesse quesito. Não que eu seja uma pessoa de sucesso em qualquer outra coisa RISOS NÃO, TÕ CHORANI mas enfim, em fazer amigos, eu sempre fui muito pior. O fato de eu não ser recíproca provavelmente foi o responsável por isso mas não sei, na verdade, acho que isso é um bom tema pra pesquisa na terapia, né? Mas apesar disso, tenho um melhor amigo que vale por muitos que eu poderia ter tido que é meu marido. Sério, ele é a pessoa mais incrível que já conheci, ele é a pessoa que eu gostaria de ser. Eu nem sei dizer o que ele viu em mim, mas estamos aí, depois de algumas crises, seguindo firmes e fortes nessa caminhada que é o casamento. Tive momentos nessa vida que se não fosse ele, nem sei...então fica aqui registrado que eu tenho um grande e melhor amigo sim. Te amo, amor! Bjooo

Eu sempre fui louca por animais. Desde criança eu queria ser veterinária, achando que apenas gostar de animais me qualificaria para a profissão. Crianças... E nutro um carinho maior por cachorros, eles são muito meu tipo de gente. Que me amam sem se chatear quando eu não estou disponível. Vem sempre atrás de mim sem exigirem retorno. Que me cativam apenas por quererem estar comigo, e eu não resisto a retribuir seu amor. Agarro, cheiro e aperto mesmo. Até hoje só tive poodles, e como adoro a inteligência deles! Fico impressionada. Já tive a Baby e a Collie. Viraram anjinhos. Agora tenho a Flor e a Pitty. Amo as duas mas a Flor é mais chegada em mim e a Pitty na minha mãe. Então tenho que confessar que a Flor me cativou mais, é isso aí. Mas pretendo estender meu amor aos gatos e um dia pretendo adotar dos dois espécimes porque tem muitos precisando de abrigo.

Atualmente me encontro em estado de depressão, 2015 e 2016 foram anos pesados pra mim, nunca pensei que ao invés da sabedoria que todos dizem chegar com a idade, eu ia ganhar umas BELAS crises. Ainda que eu tenha tirado preciosas lições delas, e tenha valorizado coisas que eram importantes e nunca notei, e isso tenha me mudado, de alguma forma, pra melhor, foi é muito dolorido passar por tudo e levar junto os que mais amo. Mas a gente vai seguindo, já estive bem pior e agora estou ao menos mais positiva e buscando ajuda pra melhorar e ficar mais sã PFVR.

Acabou que no final o post ficou gigantesco ~pra quem não sabe falar de si própria~ e ainda acho que falta falar algumas coisas (eu falei que tenho 13 tatuagens? hihihi) mas vamos aos poucos (!!), né? Me conta sobre você aí nos comentários também, quero saber quem me lê. Eu sei que não são muitos, ainda mais que estive off por tanto tempo mas vamos formar nossa corrente do bem? Vem comigo?

domingo, 7 de agosto de 2016

A Flor e a Náusea

A Flor e a Náusea

Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus,
[rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde
e lentamente passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.
É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.


Sou muito sensível às causas ecológicas. Porque a gente tá matando a nossa casa. E me esforço lentamente para fazer minha parte, tentando não massacrar tanto a natureza e seu bem estar. Sei que preciso melhorar muito ainda mas vou seguindo adiante. Quando vi essa parte na Abertura das Olimpíadas Rio 2016 (foi lindo, não foi? ) me emocionei demais. Da autoria de Carlos Drummond de Andrade, nas vozes de Fernanda Montenegro e Judi Dench, eu chorei. Que coisa mais maravilhosa, gente. Vamo melhorar nossa estadia por aqui?

P.S.: Não encontrei esse fragmento da cerimônia no Youtube...desculpe, sou muito noob, mas tem a versão da Judi aqui.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

De volta?

Sim, coloquei o título como pergunta porque nem sei mais se eu sei blogar, gente. Lembro que a coisa que mais teve força pra eu largar o blog foi a falta de comentários e a minha própria falta de motivação pra comentar nos blogs que eu gosto, porque esse é o melhor jeito de fazer com que você receba comentários, sabe. É comentar nos blogs que você gosta, geralmente você recebe os comentários de volta. Mas ainda isso já não fazia tanto efeito, larguei de vez bem no bum dos blogs comerciais, então sei lá, não atualizei mais o blog.

Outra coisa foi o fato de eu sentir que nunca me conectava completamente, que não fazia algo que eu queria enquanto blogueira, que era trocar experiências. Conseguir me abrir e receber algo de volta. Eu sou naturalmente uma pessoa super fechada, quem me conhece diria que é uma das minhas características mais marcantes...então o fato de eu não conseguir falar sobre eu mesma ou minhas vivências no meu próprio blog me chateava ~chateia?~ demais...porque quero me abrir, quero analisar as coisas por que passo.

E essa minha característica que tá mais pra defeito, me fez entrar em parafuso. Muita coisa aconteceu em 2015 e 2016 que eu preferia simplesmente apagar da minha vida. Ou melhor, poder voltar atrás e ter feito diferente. E sinto que eu ser assim tão fechada e/ou não conseguir pedir ajuda foi o grande responsável por eu ter desenvolvido uma bela duma depressão. O pior já passou, mas ainda sinto muita coisa ruim por conta disso e pretendo finalmente e em breve me consultar com um psicólogo e ver qual é.

Agora, que voltei a visitar blogs, percebi que sinto falta disso. Lendo meus posts antigos, percebi que dou conta de escrever nesse espaço. Mas dessa vez quero que seja mais orgânico, leve, sem pressão. Só quero poder falar e receber vocês aqui no meu cantinho. Trocar ideias, que é pra isso que tamo aqui, né? Então tô tirando a poeira e dando boas vindas a quem sentir vontade de dividir comigo esses pequenos momentos de reflexão e por que não, diversão.

Não vou me estender mais porque tô voltando, tô enferrujada, então vamos aos poucos, tá? Até a próxima!